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sexta-feira, 31 de outubro de 2014


A Igreja em diálogo




O diálogo está no cerne do dinamismo da missão da Igreja. Ser Igreja é dialogar: com Deus, por quem é enviada, na oração pela fé, e com o mundo, a quem é enviada, na ação pelo amor. A perspectiva da missão da Igreja tem de ser sempre a diaconia, a lógica do serviço, na certeza de que “nenhuma ambição terrena move a Igreja (...) Guiada pelo Espírito Santo, ela pretende somente uma coisa: continuar a obra do Cristo que veio ao mundo para dar testemunho da verdade, para salvar e não para condenar, para servir e não para ser servido” (Gaudium et Spes, nº 3).


Segundo o Concílio Vaticano II - mais precisamente por meio da Constituição Pastoral Gaudium et Spes nº4, para desempenhar sua missão, a Igreja tem o dever de perscrutar os sinais dos tempos e interpretá-los à luz do Evangelho. Fazer isso de tal modo que possa responder, de maneira adaptada a cada geração, às interrogações sobre o significado da vida presente e futura e de suas relações mútuas. Por outro lado, é necessário conhecer e entender o mundo no qual vivemos, suas esperanças, suas aspirações e seus dramas.
Para desempenhar sua missão, a Igreja tem o dever de perscrutar os sinais dos tempos e interpretá-los à luz do Evangelho.
Conhecer e entender o mundo” significa, a nosso ver, predisposição para o diálogo. Se de início dissemos que a lógica do diálogo é a diaconia, agora precisamos aprofundar um pouco mais. Estamos diante de duas lógicas: a do conhecimento racional e a da proximidade. Enquanto a lógica do conhecimento separa, classifica, organiza, conceitua, universaliza, não convive com a diferença, descobre a lei e, de alguma maneira, tenta definir o infinito do dom da vida, a lógica da proximidade segue outro caminho: une, aproxima, acolhe, respeita, compartilha angústias e esperanças, estende a mão, socorre, se faz próximo.
A lógica do conhecimento não conhece o amor gratuito, ela é fria e rígida, chegando mesmo à violência. A lógica da proximidade descortina as possibilidades para o encontro, para o amor. Naquilo que o Evangelho tem de específico pode-se interpretar o que seja diálogo, como se lê na Carta Encíclica Redemptoris Missio, nº 56: “O diálogo não nasce de táticas ou de interesses, mas é uma atividade que apresenta motivações, exigências, dignidade própria: é exigido pelo profundo respeito por tudo o que o Espírito, que sopra onde quer, operou em cada homem. Por ele, a Igreja pretende descobrir as 'sementes do Verbo', os 'fulgores daquela verdade que ilumina todos os homens'. Sementes e fulgores que se abrigam nas pessoas e nas tradições religiosas da humanidade. O diálogo fundamenta-se sobre a esperança e a caridade, e produzirá frutos, no Espírito”.

Diálogo é abertura ao diferente e, nesse convívio com a diferença, revela-se a identidade mais profunda.
A aventura do diálogo relativiza as pretensões de absolutidade. O diálogo aproxima os interlocutores, irmana-os. Por isso mesmo, a partir da experiência do mistério de amor, do Deus-amor, a Igreja é convidada a anunciar o Reino e a dialogar com o mundo. Nessa perspectiva é que Paulo VI concebia a evangelização como o exercício essencial de “tornar nova a própria humanidade” (Evangelii Nuntiandi, nº 18). Assim, podemos dizer fundamentados no documento da Conferência de Aparecida, que “o encontro com Cristo, Palavra feita carne, potencializa o dinamismo da razão que procura o significado da realidade e se abre ao mistério” (nº 280c).


Diálogo é abertura ao diferente e, nesse convívio com a diferença, revela-se a identidade mais profunda. Diálogo é êxodo, saída de si em direção ao outro, é transcendência. Assim, sendo a missão obra do Espírito, ela só pode efetivar-se na perspectiva do diálogo: esse é o primeiro passo da comunhão, o diálogo instaura comunhão e torna-se testemunho.




Pe. Márcio Paiva
Professor da PUC Minas e Vigário Paroquial da
Paróquia Nossa Senhora de Nazaré - Bairro Santa Inês

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"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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